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The Piano Guys - para ouvir sonhando!


The Piano Guys (Os Rapazes do Piano) é um grupo musical americano composto por Jon Schmidt e Steven Sharp Nelson. Eles ficaram famosos através do YouTube, onde vêm postando vídeos de arranjos e misturas de músicas populares e clássicas, acompanhados de clipes de visual profissional. Seu primeiro álbum foi lançado em dezembro de 2011. 
Leia tudo sobre estes músicos fantásticos aqui e assista os vídeos abaixo - para "ver e ouvir" de olhos fechados, garanto que vale a pena! Abaixo, meus favoritos ♥


Beethoven's 5 Secrets - OneRepublic


Coldplay - Paradise (Peponi) African Style


Adele - Rolling in the Deep

Somewhere Over the Rainbow/Simple Gifts


The Cello Song - Bach is back (with 7 more cellos)

Capa do CD daqui

Quando a música é poesia, quando a poesia é música.




Eros e Psique

Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada.

Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.

A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,

E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.

[Fernando Pessoa]


...E assim vêdes, meu Irmão, que as verdades
que vos foram dadas no Grau de Neófito, e
aquelas que vos foram dadas no Grau de Adepto
Menor, são, ainda que opostas, a mesma verdade. 

(Do Ritual Do Grau De Mestre Do Átrio
Na Ordem Templária De Portugal)

Lay Lady Lay...


Adoro a versão desta que foi uma das músicas de maior sucesso do Bob Dylan - Lay Lady Lay - e romântica que sou, achei que ficou perfeito o vídeo com a fábula da Bela Adormecida!




Imagem daqui

Três minutos e quarenta e quatro segundos...

...de pura emoção!


"Essa vida não dura para sempre
(segure minha mão)
Então me diga o que estamos esperando
(segure minha mão)
Somos melhores juntos
(segure minha mão)
Do que sozinhos miseravelmente
(segure minha mão)"


 
Imagem daqui 


Por isso colho estrelas...


O céu começa na terra, onde houver pessoas amigas; 
onde a bondade puder ser transmitida de mão em mão, de chão em chão, onde houver alegria... 
Apesar disso, todo céu tem nuvens e num mundo de luz e trevas, não pretendo ser heroína, nem mártir, mas uma menina sapeca,  fotografando flores esquecidas pelos caminhos da vida. 
Amo a alegria. 
Amo a amizade sincera.
Por isso colho estrelas e me amparo na lua, nas ruas do meu coração.

E o mais importante: A vida é curta demais e o mundo é muito pequeno para ser transformado num campo de batalha...
Todos cometemos erros. 
A sabedoria está em como lidamos com eles.

[ Dulce Miller ]


"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

[ O Teatro Mágico ]


Imagens daqui

Da semana que passou, as surpresas, as cores, as dores e as certezas.

O filme (que eu não canso de ver)





"Se era amor? Não era. Era outra coisa. Restou uma dor profunda, mas poética. Estou cega, ou quase isso: tenho uma visão embaraçada do que aconteceu. É algo que estimula minha autocomiseração. Uma inexistência que machucava, mas ninguém morreu. É um velório sem defunto. Eu era daquele homem, ele era meu, e não era amor, então era o que? 
Dizem que as pessoas se apaixonam pela sensação de estar amando, e não pelo amado. É uma possibilidade. Eu estava feliz, eu estava no compasso dos dias e dos fatos. Eu estava plena e estava convicta. Estava tranqüila e estava sem planos. Estava bem sintonizada. E de uma dia para o outro estava sozinha, estava antiga, escrava, pequena. Parece o final de um amor, mas não era amor. Era algo recém-nascido em mim, ainda não batizado. E quando acabou, foi como se todas as janelas tivessem se fechado às três da tarde num dia de sol. Foi como se a praia ficasse vazia. Foi como um programa de televisão que sai do ar e ninguém desliga o aparelho, fica ali o barulho a madrugada inteira, o chiado, a falta de imagem, uma luz incômoda no escuro. Foi como estar isolada num país asiático, onde ninguém fala sua língua, onde ninguém o enxerga. Nunca me senti tão desamparada no meu desconhecimento. Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas. Eu tenho que ser serena para aplacar minha própria demência. E tenho que ser discreta para me receber em confiança. E tenho ser lógica para entender minha própria confusão. Ser ao mesmo tempo o veneno e o antídoto. 
Se não era amor, Lopes, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não sabe se vai ser antes ou depois de se chocar com o solo. Eu bati a 200Km/h e estou voltando a pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez seja este o ponto. Talvez eu não seja adulta suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, Lopes, de acreditar em contos de fadas, de achar que a gente manda no que sente e que bastaria apertar o botão e as luzes apagariam e eu retornaria minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? 
Eu nunca amei aquele cara, Lopes. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, era sacanagem. Não era amor, eram dois travessos. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor, era melhor."[Martha Medeiros - Divã]

"Sim, todo amor é sagrado."
(Beto Guedes - Amor de Índio)
Clica na imagem, vai lá e confere!
A grata surpresa no Facebook -  Traço do Arquiteto


A frase
Se você soubesse o que representa pra mim não me dava o silêncio como resposta. Mesmo que eu saiba que o que represento para você lhe emudece.
[ Lenine ]

A música



Sentimental - Los Hermanos

O quanto eu te falei?
Que isso vai mudar
Motivo eu nunca dei
Você me avisar, me ensinar
Falar do que foi pra você
Não vai me livrar de viver

Quem é mais sentimental que eu?
Eu disse e nem assim se pôde evitar

De tanto eu te falar
Você subverteu o que era um sentimento e assim
Fez dele razão pra se perder
No abismo que é pensar e sentir

Ela é mais sentimental que eu
Então fica bem
Se eu sofro um pouco mais...

"Se ela te fala assim, com tantos rodeios, é pra te seduzir e te
Ver buscando o sentido daquilo que você ouviria displicentemente.
Se ela te fosse direta, você a rejeitaria."

Eu só aceito a condição de ter você só pra mim
Eu sei, não é assim, mas deixa...
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir.


A imagem que se fez mensagem




O outro lado da música clássica

Cansado do conservadorismo dos músicos clássicos, o fotógrafo Nikolaj Lund, fez um ensaio onde estes músicos extravasam e mostram o outro lado da música.















A minha herança pra você é uma flor, é meu amor.


Achei você no meu jardim
Entristecido
Coração partido
Bichinho arredio

Peguei você pra mim
Como a um bandido
Cheio de vícios
E fiz assim, fiz assim

Reguei com tanta paciência
Podei as dores, as mágoas, doenças
Que nem as folhas secas vão embora
Eu trabalhei

Fiz tudo, todo meu destino
Eu dividi, ensinei de pouquinho
Gostar de si, ter esperança e persistência
Sempre

A minha herança pra você
É uma flor com um sino, uma canção
Um sonho, nem uma arma ou uma pedra
Eu deixarei

A minha herança pra você
É o amor capaz de fazê-lo tranqüilo
Pleno, reconhecendo o mundo
O que há em si

E hoje nos lembramos
Sem nenhuma tristeza
Dos foras que a vida nos deu
Ela com certeza estava juntando
Você e eu

Achei você no meu jardim...


Quando ouvi esta música pela primeira vez eu chorei.
Acontece só comigo?



Conectados pela Alma


Alguém aí já sentiu na pele um amor que começa sem paixão?
Quando a gente não conhece uma pessoa, e sim, a reconhece?
Quando acontece uma identificação imediata, uma afinidade sem explicações...
Alguém aí já viveu ou sentiu algo assim, com reciprocidade?

Você encontra alguém da forma mais inusitada possível e sente que aquela pessoa já faz parte da sua vida há muito tempo.
Mas como, se em tese, você mal a conhece?

Você ouve a voz dela e é como um bálsamo para seus ouvidos.
Você ouve a voz dele e não tem vontade de desligar.
Se ele demora para aparecer, você fica preocupada, aflita.
Se ela some, você a procura, sente falta, quer notícias.
Sentem um carinho sem medidas, um amor que pede presença, mesmo que distante.

Estão conectados pela alma, de uma forma como nunca aconteceu antes.

Mas eles sabem que não vieram ao mundo para ficarem juntos.
Eles sabem que não podem, que não devem, que estão em épocas diferentes, separados pelo destino de forma talvez, proposital.

E mesmo tendo essa consciência ainda se amam, de verdade.
Alguém aí entende um amor que começa sem paixão?
A paixão cega, desnorteia, sufoca, oprime e quer posse.
Esse tipo de amor não quer e nem precisa de nada disso.
Ele tem paz, tem serenidade, tem desapego, tem saudade.

Você pensa em algo e ela já está escrevendo, exatamente o que você pensou.
Você pensa nela e ela te chama, no mesmo instante.

Poderiam ser irmãos, amigos ou amantes.
Poderiam, mas o destino não quis.
E neste caso não vale o livre-arbítrio.

Eles se reconheceram na distância e assim permanecerão.
Talvez em outra vida eles possam se encontrar de novo e transformar este amor.

Talvez eles possam até, quem sabe, viver esse amor?

[ Republicando - Dulce Miller ]


Imagem daqui

Do que passou, guardei.

Imagem daqui
O verso
Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz...  [ Tati Bernardi ]

O filme




A frase, que é da Erica Gaião.



A música 



O Livro

O futebol levado a riso: Lições do bobo da corte
Paguei R$ 1,00 por este livro novinho e sinceramente acho que o dono do Sebo não sabe quem é Rubem Alves... Sorte minha, que 'devorei' mais esta preciosidade escrita por ele!

Foto minha ~ Instagram 
'Com textos irreverentes e bem-humorados, Rubem Alves nos transporta do campo de futebol para o campo da reflexão, estabelecendo relações entre o esporte e os mais diversos temas: religião, política, guerra, matemática, saúde, poesia... A tônica, porém, é uma só: deixar que o riso, a leveza, a alegria invadam o campo de nossos pensamentos e de nossa vida para brincar com as possibilidades de alegorias e metáforas provocadas'.

Imagem daqui
O poema

"Já não temo fantasmas
invoco a todos
que venham em bando
povoar meus dias
atormentar minhas noites
entre tantos
loucos e livres
existe um
que é doce
e que me
falta."

[ Alice Ruiz] 



Resuminho da semana que passou.


De tudo o que ficou em mim, eu resumo assim...


...da semana que passou, o que ficou.

A música



O (re)verso.
Vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.
[ Caio Fernando Abreu ]

A frase 


O Vídeo - Mia Couto




A imagem




O Livro
"Outro dia me pus a pensar que sou semelhante às mulheres da literatura de Érico Veríssimo. Aquelas que enquanto os homens se ocupavam da guerra, elas se ocupavam do tempo e do vento. Eu não tenho muitas definições a meu respeito; apenas respeito a dor de cada hora, a esperança de cada momento. E, se isso me define, então sou a dor que sabe esperar."


O Poema

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras, ódio, solidão e crueldade, alguns lamentos, muitas espadas.
É urgente inventar alegria, multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz impura, até doer.
É urgente o amor,
é urgente permanecer...
[ Eugênio de Andrade ]

O Filme 


O Texto


"Eu duvido. Duvido que você não chame meu nome quando você sente falta de alguém, duvido que não sinta falta do meu carinho sempre tão sincero, falta de me contar como foi seu dia, as histórias da sua vida que sempre foram pra mim melhor do que qualquer novela. Duvido que você não me procure nas biscates que você pega por aí, sempre tão vazias. Vazias igual a sua liberdade idiota que nunca te serviu pra porra nenhuma. Talvez esse seja o nosso problema, eu sou completa demais pra sua vidinha mais ou menos. Eu sinto, eu penso, eu falo, eu te conheço, isso te assusta né? “Tô invadindo seu espaço? Desculpa.” Essa fui eu, durante todo esse tempo, me desculpando por que mesmo? Me diminui pra você ficar maior, pra você não me perceber entrando na sua vida. Se você pudesse sentir o quanto isso dói você quem iria se desculpar. Eu queria ligar pra você, e te falar sem pausas tudo que eu ensaio toda vez que você me magoa, mas nunca digo pra não te magoar, afinal você não me faz mal por mal, e talvez esse seja o pior mal que se possa fazer a alguém, tão natural. Bobagem, como se algum ensaio no mundo fosse me deixar firme depois do seu ‘alô’. Então é isso, tô te escrevendo. Sempre fui mais segura com as palavras. Tô te escrevendo pra talvez um dia te enviar, mas to escrevendo. E não é sobre você dessa vez, é sobre mim. Sobre o quanto eu sou boa, igual a mim tá difícil meu bem. Sobre como eu não preciso usar cinco centímetros de saia e um decote no umbigo pra ser mulher; Sobre como, ainda assim, só eu sei fazer de você um homem. Sobre muitas coisas, mas principalmente, sobre quantos homens eu poderia estar saindo nesse exato minuto. Não é com você, é comigo sabe? Por exemplo, EU te idealizo nesse momento como o melhor, não que você seja. Acho legal você brincar com a sorte, mas se eu fosse você não teria tanta certeza da minha posse assim. Talvez ninguém tenha te avisado ainda, então desculpa se eu vou te dar essa notícia sem te preparar antes, mas a porra do mundo não gira em torno do seu umbigo. Ficou chocado? Acontece. Só queria te dar um conselho, em nome da nossa amizade e meu carinho por você, tira uma mão da liberdade e segura um terço. Fica assim, agarrado nas duas coisas sabe? E reza, reza muito pra não aparecer ninguém que mexa comigo enquanto você fica brincando de não saber o que quer. Porque eu sou amor, e ainda que não seja o seu, essa é a minha essência. E você não deve acreditar muito nessa ideia, pelas tantas vezes que eu quase fui, mas um dia eu vou.. sempre foi assim. Mas deixa eu te contar um segredo: se eu for, eu não volto."

[ Tati Bernardi ]



#dicas de pequenas felicidades

Um vídeo-música-poesia:


Um poema:

lembra o tempo
que você sentia
e sentir
era a forma mais sábia
de saber
e você nem sabia?

[ Alice Ruiz ]


Um filme:



Uma frase:

"Está se sentindo vazio? Preencha esse espaço com solidariedade.Saia desse buraco. Há muita gente precisando de você." [ Gabriel Chalita ]


Uma fotografia:


Sharbat Gula, o raro momento em que se pode ver o rosto de uma mulher afegã. Tornou-se um símbolo do conflito entre afegãos e da situação dos refugiados em todo o mundo. A foto de Gula foi nomeada como a fotografia mais reconhecida da história da revista National Geografic.

Um Livro:


“Gostaria que este pequeno livro que escrevi sobre o amor, suas alegrias e tristezas, fosse um pedaço de mim. Porque, ao escrevê-lo, coloquei-me no lugar dos amantes e, pela magia da imaginação, procurei sentir o que eles sentiram: as alegrias dos amantes felizes e as tristezas dos amantes abandonados. Espero, então, que aconteça com os que o lerem aquilo que aconteceu comigo: que eles também se deixem ser possuídos pela magia da ficção e sintam, na fantasia, as emoções do amor, sem precisar senti-las na carne.”


Um beijo... dois beijos...



Eu A-D-O-R-O esse vídeo, A-D-O-R-O essa música:
I see you, you see me - The Magic Numbers!





Um beijo que respira liberdade, um beijo em nome da alegria e do acaso, um beijo inocente por si mesmo, pela simples vontade de beijar... 
... para todas as meninas que beijam e saem correndo!



Imagem daqui

É o que fica!


Às vezes temos que nos afastar sem olhar para trás.
Mesmo que doa, mesmo que quem fique, siga carregando uma parte de nós.

Eu nunca esqueço uma ofensa ou uma mágoa, mas com certeza os gestos de carinho e amor pesam muito mais dentro de mim.

E isto me conforta.
Boas lembranças guardadas no coração, para sempre.

[Publicado originalmente em 06/11/2009]




Com os meus amigos aprendi que o que dói às aves não é o serem atingidas, mas que, uma vez atingidas o caçador não repare na sua queda.

[Frase de Daniel Faria]


Imagem daqui

O amor tem todos os direitos!


Este vídeo é uma das minhas paixões, eu nunca canso de ver e ouvir! É o amor refletido em todas as suas manifestações...



Direto do Senegal, Ismael Lo - L' Amour a Tous Les Droits

Imagem daqui

Falar de amor, não é amar...


"Eu ainda acredito no grande amor”, ouvimos frequentemente. Mas é nas pessoas que se deve acreditar, vulneráveis, imperfeitas, não em uma abstração, ainda que admirável. Amar o amor em geral mais do que os próprios seres é deleitar-se com um ideal. 

[O Paradoxo amoroso, de Pascal Bruckner]



Eu segui os seus passos
Achando que você
Soubesse onde ir
Eu me vi em seus sonhos
Perdido, sem saber
Que direção seguir
Mundos tão estranhos
Nas palavras que eu ouvi
No fundo dos seus olhos
Afogado em gelo
Eu descobri
Falar de amor não é amar
Não é querer ninguém
Falar de amor
Não é amar alguém
Eu caí em pedaços
Um grão de areia carregado
Por marés
Derreti em seus lábios
Sentindo o chão sumir
Embaixo dos meus pés
Dias esquecidos
No verão que eu inventei
Eu sei que você vive
Das mentiras que eu acreditei...

Imagem daqui

Depois - Marisa Monte




Depois de sonhar tantos anos,
De fazer tantos planos
De um futuro pra nós
Depois de tantos desenganos,
Nós nos abandonamos como tantos casais
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também

Depois de varar madrugada
Esperando por nada
De arrastar-me no chão
Em vão
Tu viraste-me as costas
Não me deu as respostas
Que eu preciso escutar
Quero que você seja melhor
Hei de ser melhor também

Nós dois
Já tivemos momentos
Mas passou nosso tempo
Não podemos negar
Foi bom
Nós fizemos histórias
Pra ficar na memória
E nos acompanhar
Quero que você viva sem mim
Eu vou conseguir também

Depois de aceitarmos os fatos
Vou trocar seus retratos pelos de um outro alguém
Meu bem
Vamos ter liberdade
Para amar à vontade
Sem trair mais ninguém
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também
Depois...

Imagem daqui

Hoje é o Dia Mundial do Rock.



O Rock and Roll - ou, abreviadamente, Rock n' Roll - é um gênero de música que emergiu como "atitude" musical no sul dos Estados Unidos, durante a década de 50. E, rapidamente, se espalhou pelo mundo. 

Embora a tradução literal seja algo como “deite e role”, há uma evidente conotação sexual nessa expressão composta. Porque tanto "rock" quanto "roll", na gíria dos negros americanos, significa trepar. Por outro lado, o clássico Rock me baby, inverte o sentido do verbo embalar (a criança), já que é ela - no caso a garota ou o garoto que embala o adulto. A segunda explicação, que completa a primeira, vem de um provérbio inglês que diz "pedra que rola não cria musgo".

Esse mote foi retomado um pouco mais tarde, do outro lado do Atlântico, pela banda inglesa dos Rolling Stones. 

Mas voltemos aos Estados Unidos: em 1952, o produtor Alan Freed batizou o seu programa de Moondgo's Rock'n'Roll Party, o que acabou cunhando a expressão que fez imediato sucesso junto ao público jovem; de tal forma, que foi o próprio Freed quem organizou o primeiro concerto de rock & roll (1953), ocasião em que apareceram mais de 30 mil pessoas num local com capacidade para no máximo 10 mil.

Com medo do tumulto, o evento foi cancelado. Mas mêses depois, o concerto foi replanejado e acabou se transformando num estrondoso sucesso, com a participação de Big Joe Turner, Fats Domino, The Moonglows e The Drifters. Na platéria, mais de dois terços da audiência era composta por jovens brancos, o que provava a atração da juventude dessa década pela música negra. 

Em 1956, surgia o primeiro grande fenômeno mundial do Rock: Bill Haley e Seus Cometas. 

Ele misturava três gêneros musicais distintos da tradição americana: blues, country e jazz. Sucesso imediato. Só que, na sequência, um cantor de igreja do Memphis, no Tennessee, Elvis Presley teve a feliz inspiração de incluir uma quarta vertente: o gospel. E em pouco tempo tornou-se o símbolo máximo dessa ruptura com a melodia bem comportada da toada dos negros das pequenas cidades do sul, para fundi-las num ritmo alucinante potencializado por uma coreografia quase erótica de se apresentar.




Nem por acaso os puritanos o batizaram de Elvis Pélvis.

Os instrumentos musicais utilizados numa banda clássica de rock são a guitarra elétrica, o baixo, a bateria, e muitas vezes um piano ou teclado, embora no início, o principal instrumento tenha sido o saxofone.

Elvis nasceu nas circunstâncias mais humildes, em uma casa de dois quartos em Tupelo, Mississipi, no dia 8 de janeiro de 1935. Seu irmão gêmeo, Jessie Garon, nasceu morto, e Elvis cresceu como filho único. Ele e seus pais se mudaram para Memphis, Tennessee, em 1948, e Elvis lá se formou na Humes High School em 1953.Em 1954, iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis.

No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras raciais da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop americana. 

Além disso, estrelou 33 filmes de sucesso, fez aparições especiais na televisão e chegou a vender mais de um bilhão de discos, o que lhe garantiram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns, muito mais do que qualquer outro artista do seu tempo. Entre seus muitos troféus, estão 14 indicações ao Grammy (três prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a consagração como um dos 10 Jovens Homens Mais Proeminentes da Nação, em 1970.

Mesmo assim, essa “lenda viva” da juventude do mundo foi convocada pelo Exército dos EUA e serviu sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderia ter facilitado. That's America!

Mas seu fim, infelizmente, foi lamentável. Elvis morreu com 42 anos, em sua casa no Memphis, em 16 de agosto de 1977.


Gordo, deprimido e envenado por tantos remédios.

Mas deixou uma legião de admiradores, muitos dos quais criaram a sociedade "Elvis não morreu", bem como clubes de fãs que o veneram em todas as partes do mundo.

Tanto que Elvis é o artista mais imitado do mundo - os imitadores são conhecidos como "Elvis Impersonators". 

Estes, deitam e rolam pensando nele - vivo ou morto.

Vento, ventania...


...O moinho já não existe; 
O vento continua, todavia...

[Pintura de Van Gogh]
Veja mais aqui



O meu lado roqueira de ser!


O meu lado roqueira adora a banda Live! A voz do vocalista Ed Kowalczyk é tão bonita que para ouvir "Lightning Crashes" eu fecho os olhos, como que para absorver toda beleza da letra e da música. Mas a minha  favorita é "The Dolphin's Cry" - arrebatadora! AMO este vídeo...




Biografia:

O Live foi, durante um bom tempo, comparado com o U2 graças ao estilo de suas composições patrióticas e idealistas, com um quê de espiritual. Nascido no final dos anos 80, mais precisamente em 1988 na cidade de York na Pennsylvania, cidade natal de Chad Taylor (guitarra) Patrick Dahlheirmer (baixo) e Chad Gracey (bateria). Com o nome de First Aid, o trio se apresentava na cidade. Depois de perderem um concurso de talentos resolvem procurar um vocalista e encontra Ed Kowalczyk e o grupo passa a se chamar Public Affection.

Com o novo nome lançam em 1989 o cassete The Death of a Dictionay pelo selo Action Front Label, da própria banda. O trabalho é muito mal recebido pela crítica, mas a fita já trazia elementos do que seria visto em Mental Jewelry, primeiro álbum do Live. Com o cassete embaixo do braço, o Public Affection foi atrás de um selo maior, conseguiram assinar com a Giant Records e lançaram uma demo sem muito sucesso. Mudam novamente o nome, agora definitivamente, para Live - nome tirado de um chapéu -, assinam com a Radioactive e chamam Jerry Harrison, do Talking Heads, para produzir o primeiro disco da ´nova´ banda.

Mental Jewelry trás um punhado de canções baseadas nos escritos do filósofo indiano Jiddy Krishnamurti e elevou o Live como uma das surpresas do começo dos anos 90 graças ao sucesso de duas canções: Operation Spirit (The Tyranny of Tradition) e Pain Lies on the Riverside, seus maiores sucessos até hoje. O álbum é totalmente escrito por Kowalczykz, baseando-se no hinduismo. Uma leve lição de moral vinda de um bando de moleques com pouco mais de 20 anos. Em 1992, por incrível que pareça, o Live se apresenta no Brasil tocando no extinto Aeroanta em São Paulo, além de aparecer em vários programas de TV como o Programa Livre e Gaz Total, da MTV.

Leia biografia completa aqui.